Um conto surreal
Confunde-se com a ‘sperança o horizonte,
pena que encharcado não reflecte este mar de rosas o teu coração.
Poisado sobre os teus ouvidos o tempo torna inaudível a minha canção
tão ritmica a tua existência que contemplo da bancada da audiência a tua actuação;
díspares perspectivas guiam as nossas almas:
se te lavo o interior roubando-te um sorriso, choras,
da lembrança de quem o teu coração outrora ensaguentou, abandonando-o tu! Por nobre sobrevivência abraçando o inverno a tua existência;
que eu que congelo ante a primavera que toma por fria a tu alma sem máscaras que apenas ‘scudos?
Amor! Era suposto qe em ti pensasse nestes termos que não num termo
cujo sinónimo então me intriga se valorizo a reciprocidade,
trocavámos de almas se aquela minha não se reflectisse esta então tua
sou tudo cuja lua bem conhece que por ti ignora apadrinhando
o verde plasmado em teus olhos esta ‘sperança horizontal se eternamente te fito, que és tu, amor?
Serano Manjate
Comments
Post a Comment