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Showing posts from March, 2023
  Canção   Adversidades pintarão os tempos eternemefericamente, sorrisos brotarão da genuidade sem turbulências a bordo; aquela alma encontrará sua cega porta na nítida senda plasmada no horizonte seguindo a incerteza o seu rumo ante o fogo que a água sem se opor aos tempos: -da natureza vejo mero curso que nunca enodoa a minha alma que a lavo com a certeza de eu ser quem sou que é nada mais do que humano-.   Fenómenos são tão inconscientes de sí mesmo que apenas em prol da vida os decifro, o universo tão simples que o dispo sem nenhuma consciência mística, restando apenas o nada o que nihisticamente abraço com toda a minha existência repugnando as brechas face a plenitude.   Creio no amor que não é por altruísmo humano, exalo aquela paz do princípio do cosmos que brota da mesma inconciência universal que encenera   a alma na ingenuidade de tão genuidade que é a sua essência.   Serano Manjate

Um conto surreal

Confunde-se com a ‘sperança o horizonte, pena que encharcado não reflecte este mar de rosas o teu coração. Poisado sobre os teus ouvidos o tempo torna inaudível a minha canção tão ritmica a tua existência que contemplo da bancada da audiência a tua actuação;   díspares perspectivas guiam as nossas almas: se te lavo o interior roubando-te um sorriso, choras, da lembrança de quem o teu coração outrora ensaguentou, abandonando-o tu! Por nobre sobrevivência abraçando o inverno a tua existência; que eu que congelo ante a primavera que toma por fria a tu alma sem máscaras que apenas ‘scudos?   Amor! Era suposto qe em ti pensasse nestes termos que não num termo cujo sinónimo então me intriga se valorizo a reciprocidade, trocavámos de almas se aquela minha não se reflectisse esta então tua sou tudo cuja lua bem conhece que por ti ignora apadrinhando o verde plasmado em teus olhos esta ‘sperança horizontal se eternamente te fito, que és tu, amor?   ...

O pequeno sacerdote

  A agonia do cravo mal cabe na palma da mão de quem contempla a rosa, maior do que o desejo daquele a fragmentar pétala a pétala nutrindo a sua alma na ignorância da dor da rosa que sangra invisível a gota que irriga a terra pintando de dor a areia que eternamente pisada partilha o choro sentindo por esta vaidade tão humana que sumptuosa mal entende os seus contornos.     Inabalável o curso do tempo a senda daquele desejo atrela-se ao fim fragmentada a rosa pétala a pétala que protector o cravo faz-se ‘scudo que valente ‘scorrem são então lágrimas nos olhos daquele humano em cascatas que nublam o horizonte entristecido o seu coração lavam então a colorida terra aquelas lágrimas roubando-a um sorriso é a terra quem então contempla a rosa curadas as chagas;   conectadas as rosas é eterno que abrangente o aroma exalado pelas rosas rigozijo daquele humanao tão inferior ao seu desejo de nutrir a sua alma na incompreensão da consciência do c...